terça-feira, agosto 16, 2016

Quando os atletas decidem orar para garantir sua saúde e seu potencial

Ana Carla Vicencio

O Jogos Olímpicos apresentam os melhores atletas do mundo, os quais se prepararam com a expectativa de obter os melhores desempenhos e recordes, contando com a ajuda de novas tecnologias e técnicas apresentadas pela Medicina do Esporte, que tem se desenvolvido muito nos últimos anos.

Com certa frequência, porém, ouvimos a decepção de um atleta que deixa de participar da competição por um incidente relacionado a uma lesão física de última hora.



Mas seria possível recuperar a saúde diante da pressão do tempo?

Jean Whitehead, da Inglaterra, e Carola Graessner, da Alemanha, enfrentaram problemas, enquanto se preparavam para uma competição internacional de atletismo e para um curso de patinação no gelo, respectivamente.

Aparentemente, não havia tempo hábil para a total recuperação. Entretanto, ambas decidiram procurar a cura com base nas ideias apresentadas pelo livro Ciência e Saúde, de Mary Baker Eddy.

Jean relata que estava participando de uma competição convocatória internacional, durante a abertura de uma nova pista de atletismo em Norbiton, Inglaterra, em 1961 e que durante o aquecimento, sentiu dor no pé em que se apoiava para saltar. Mas seu estudo diário do livro permitiu que ela encontrasse uma solução instantânea. Entender que “Deus expressa no homem a ideia infinita que perpetuamente se revela, se expande e se eleva cada vez mais, procedendo de uma base sem limites”, deu-lhe confiança para continuar na prova e expressar suas qualidades no salto. O resultado foi que, sem dor, ela não somente participou da competição, mas também venceu-a com um recorde de salto de longa distância.

Carola, instrutora de patinação no gelo, relata que em 2015 recebeu um diagnóstico médico de menisco rompido, com recomendação de uma cirurgia. Ela também decidiu que seu tratamento seria por meio do estudo das ideias apresentadas pelo livro Ciência e Saúde. A frase seguinte serviu-lhe como um alerta: “É nossa ignorância a respeito de Deus, o Princípio divino, que produz aparente desarmonia, e compreendê-Lo corretamente restaura a harmonia”.

Ao longo de seu estudo empenhado e consciente, encontrou outras ideias que afastaram  o medo.

Após duas semanas, houve a confirmação médica de que a operação não seria necessária. Ela retomou suas atividades normalmente, inclusive as aulas de patinação para crianças.

O que houve de coincidência nesses dois casos, apesar de terem acontecido em décadas tão distantes? Independentemente do desenvolvimento de novas técnicas médicas, ambas confiaram em um poder espiritual, ao alcance do pensamento, e se dedicaram a obter uma sólida compreensão desse poder, que além de permitir a cura física completa, permitiu que elas desempenhassem suas atividades com mais consciência de um potencial infinito, que está a disposição de todos.

Ana Carla Vicencio integra o  Comitê de Publicação da Ciência Cristã e escreve sobre bem-estar, saúde e espiritualidade. Contato: brasil@compub.org